5 práticas essenciais no cuidado a idosos: Descubra como a tecnologia pode revolucionar o cuidado

Cuidar de um idoso vai muito além das tarefas físicas do dia a dia – é um ato de presença, respeito e empatia.
Embora o cuidado a idosos possa ter os seus desafios, adotar práticas focadas na dignidade e na individualidade do idoso pode tornar toda a experiência mais leve e humana, tanto para quem cuida como para quem é cuidado.
O primeiro aspeto a ter em consideração é que a idade nunca deve ser sinónimo de discriminação, pois cada idoso carrega uma história única e merece ser tratado com atenção, paciência e humanidade. Por isso, reunimos algumas práticas essenciais para garantir um cuidado mais consciente, respeitoso e eficaz.

A importância de um cuidado com respeito e empatia
O respeito e a empatia são valores básicos que devem ser garantidos num cuidado verdadeiramente humano e de qualidade. O ato de cuidar não se limita à assistência física – é também criar uma relação de confiança. E essa confiança só se constrói quando há espaço para a compreensão e valorização da individualidade do idoso.
Muitos idosos enfrentam desafios delicados, como a perda de autonomia, dificuldades em realizar tarefas simples do quotidiano ou situações de saúde que os fragilizam. Nesses contextos, não é raro que sintam vergonha, tristeza ou frustração consigo mesmos, criando assim um desconforto emocional. Quando a parte mental interfere no processo de cuidado, esta tarefa pode tornar-se mais difícil e, se não for gerido com sensibilidade, pode até comprometer a relação entre cuidador e idoso que é tão necessária.
É por isso que cuidar com respeito e empatia é tão importante. Um cuidador atento, que acolhe sem julgamento e se adapta ao ritmo e às necessidades do outro, proporciona não só maior conforto físico, mas também um bem-estar emocional que pode transformar por completo a experiência de quem está a ser cuidado. Assim, é importante adotar práticas que promovam qualidade no cuidado.
Boas práticas no cuidado
1. Respeitar o tempo de execução das tarefas
Com o passar dos anos, é natural que os idosos realizem tarefas mais lentamente, devido a limitações físicas ou cognitivas. Respeitar esse ritmo é essencial para preservar a autoestima, evitar sentimentos de incapacidade e promover a sua autonomia. Ferramentas tecnológicas, como o Ankira, contribuem para um cuidado mais humanizado, permitindo adaptar as atividades às condições de cada idoso, detalhadas no seu processo individual.
2. Evitar a infantilização do idoso
Apesar das fragilidades, os idosos são adultos com histórias, experiências e sentimentos que merecem respeito. Cuidar não é infantilizar – é comunicar com clareza, envolver o idoso nas decisões que lhe dizem respeito e adaptar os cuidados às suas escolhas e necessidades.
3. Reconhecer que a dependência é difícil de gerir
Muitos idosos sentem frustração ou tristeza por dependerem de outros para tarefas que antes realizavam sozinhos. Evite reforçar essa dependência fazendo tudo por eles. Encoraje sempre que possível e valorize cada conquista. Com o Ankira, é possível avaliar e consultar o nível de dependência de cada utente, ajudando as equipas a perceber até onde devem intervir.
4. Manter uma comunicação clara e respeitosa
Fale diretamente com o idoso, mesmo na presença de familiares. Explique com clareza o que vai acontecer, ouça com atenção e valorize a sua opinião. Ser escutado é uma das maiores formas de respeito e contribui para uma relação de confiança. Através do Ankira, é possível registar interações relevantes e facilitar o contacto com as famílias, promovendo uma comunicação mais transparente, personalizada e centrada no utente.

5. Promover momentos de escolha
Com a idade, é comum que surjam limitações, mas isso não deve significar perder o poder de decisão sobre a própria vida. Permitir que o idoso faça pequenas escolhas no dia a dia, como o que vestir ou comer, é fundamental para preservar a sua autonomia e autoestima. Ferramentas como o Ankira apoiam esta abordagem, ao possibilitar planos personalizados e registos de atividades que respeitam as preferências individuais e adaptam os cuidados às necessidades de cada utente.
6. Estar atento ao isolamento
O isolamento é uma realidade comum entre muitos idosos, mesmo quando vivem em instituições. Mais do que presença física, é essencial criar oportunidades de convívio, partilha e ligação emocional. Momentos simples, como uma conversa ou um jogo, podem transformar o dia de alguém. Com o Ankira, é possível gerir visitas, aniversários, atividades e eventos sociais de forma integrada, facilitando a organização e garantindo que estas experiências de conexão sejam realmente promovidas e vividas.

7. Valorizar a história e a identidade
Valorizar a história e a identidade de cada idoso é essencial para um cuidado verdadeiramente humanizado. Cada pessoa é muito mais do que um “utente” – são vidas cheias de memórias, profissões, talentos e afetos. Recordar e reconhecer quem foram (e quem continuam a ser) fortalece a autoestima e aprofunda as ligações com quem cuida. Tecnologias como o Ankira, permitem registar informações detalhadas na ficha do utente que ajudam a preservar essa história, incluindo dados como a rede familiar ou preferências pessoais.

O Ankira, com as suas funcionalidades, apoia as equipas a gerir o dia a dia dos utentes, promovendo boas práticas no cuidado. Ferramentas como o calendário de consultas, plano de atividades, fichas detalhadas dos utentes e aplicação para familiares tornam possível um acompanhamento mais completo, personalizado e humano — mostrando como a tecnologia pode, de facto, revolucionar o cuidado.
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